O urologista Rui Noronha Sacramento, o nefrologista Pedro Henrique Torrecilhas e o neurocirurgião e legista Mariano Fiore Júnior, no entanto, vão poder recorrer da decisão em liberdade. Os casos aconteceram em 1986, em um hospital de Taubaté (SP), mas eles ainda têm o direito de exercer a medicina. Para o promotor, os órgãos eram desviados para transplantes em pacientes ricos.
“Muito tempo já passou, mas a justiça foi feita. O próprio povo de Taubaté que fez o julgamento e está de parabéns por não ter esquecido, não ter deixado o tempo apagar esse fato tão sério, tão grave, que marcou a história da cidade”, disse o promotor, Márcio Augusto Friggi, após o anúncio da condenação. Ele não vai recorrer da pena imposta ao trio.
21/10/2011 - 08:14h
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