Por - Pietro Raña - Não é novidade que as mulheres devem eliminar os maus hábitos e manter uma rotina saudável durante a gravidez. O que muitas delas não sabem é que, ao manterem vícios como o do fumo, estão aumentando a probabilidade de os filhos desenvolverem danos na retina. Quem mostra a relação é um estudo publicado na revista JAMA Ophthalmology. O estudo analisou 1406 crianças dinamarquesas que ou tinham nascido com peso a menos ou que tinham sido expostas ao fumo do tabaco ingerido pela mãe. Após a análise, descobriu-se que o tabaco afeta o desenvolvimento da camada de fibra nervosa da retina da criança. Eles identificaram que, quando exposta ao tabaco, essa camada ficou 5,7 micrometros mais fina do que a das crianças de mães que não fumavam. Em relação ao peso da criança, aquelas que nasceram com um peso menor do que o padrão também apresentaram uma camada de retina mais fina. Nesse caso, a fibra nervosa foi 3,5 micrometros mais fina. A camada de fibras nervosas da retina é responsável por transmitir informações visuais do olho para o cérebro. E quando essa camada é muito fina, aumentam os riscos de complicações como deficiências visuais e glaucoma, que pode levar à cegueira. “O cigarro pode estimular o desenvolvimento de diversas doenças, todo mundo sabe. O que agrava a situação, no caso das gestantes, é que elas não estarão prejudicando apenas o próprio organismo, mas também expondo seus filhos, que podem adquirir uma doença ocular ainda na gestação”, comenta o oftalmologista Antônio Nogueira, do CENOE Hospital de Olhos, que conta com três unidades em Ilhéus, Jequié e Porto Seguro.
Uma das novidades mais importantes e aplaudidas pelos moradores do bairro de Fátima é o atendimento com agendamento na Unidade de Saúde da Família Fátima I (USF). A proposta, implantada logo após a reforma da unidade pela Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, tem como objetivo eliminar filas de espera para as diferentes consultas médicas e especialmente humanizar o atendimento na rede de atenção básica. “Essa ideia é muito boa, principalmente para quem trabalha no comércio e não tem tempo a perder no dia a dia para uma consulta médica”, afirma a comerciária Neusa Azevedo de Andrade, residente na Rua São José, no Fátima. Segundo ela nem sempre os patrões são tolerantes quando o empregado falta mesmo em caso de doença.

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