| Conservação e preservação do patrimônio público e questões sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente foram os principais temas abordados no I Encontro de Pais e Mestres do Instituto Municipal de Ensino (IME) Eusínio Lavigne. Promovido pela Secretaria da Educação, o objetivo foi proporcionar ao aluno informações acerca da importância do ensino que o município oferece e também conscientizar seus pais e responsáveis a ter mais participação na educação dos seus filhos. O evento contou com palestras da promotora de justiça Karina Querubini e do vice-presidente da APPI-APLB-Sindicato, João Pascoal. Com o Teatro Municipal de Ilhéus lotado, o vice-presidente da APPI-APLB-Sindicato lembrou que “com base em alguns artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente, o dever dos pais não é somente lavar suas fardas e levá-lo até a porta da escola. Também é obrigação deles acompanhar a atividade extraclasse, observar o rendimento escolar através de seus boletins, enfim, ter uma participação ativa na vida deles”. Já a promotora de justiça Karina Querubini alertou sobre a conservação e preservação do patrimônio público. Disse que não é admissível, o IME ser reformado este ano, recebeu investimento de cerca de R$ 208 mil e num curto espaço de tempo se encontrar com algumas pichações feitas por alunos em paredes, portas e muros. É preciso que os alunos valorizem a sua escola, da mesma forma com os livros que recebem que serão repassados no ano seguinte para outros colegas. O encontro, que aconteceu na tarde desta terça-feira (5), teve ainda apresentação da Cia de Dança Soanne Marry, academia formada por ex-alunos da rede pública que atualmente são professores de balé nas escolas do município. Atualmente o IME conta nos três turnos com uma média de 1.800 estudantes. Ascom/Ilhéus |
Uma das novidades mais importantes e aplaudidas pelos moradores do bairro de Fátima é o atendimento com agendamento na Unidade de Saúde da Família Fátima I (USF). A proposta, implantada logo após a reforma da unidade pela Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, tem como objetivo eliminar filas de espera para as diferentes consultas médicas e especialmente humanizar o atendimento na rede de atenção básica. “Essa ideia é muito boa, principalmente para quem trabalha no comércio e não tem tempo a perder no dia a dia para uma consulta médica”, afirma a comerciária Neusa Azevedo de Andrade, residente na Rua São José, no Fátima. Segundo ela nem sempre os patrões são tolerantes quando o empregado falta mesmo em caso de doença.

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